Olhas atento para a televisão, fala-se de qualquer coisa... não sei, esticas o braço e pões a mão na minha perna. Sei o que queres. Com um sorriso ponho a minha mão na tua e sem esperar subo-a até ao fim da coxa... estás quente como eu. Olhas para mim. E sem falar inclinas-te e beijas-me onde tens a mão.
Sem querer a minha respiração acelera, és tu que me deixas assim... louca!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
As recordações.
Sou daquelas pessoas que gosta de reviver os bons momentos.
Principalmente durante os maus.
Lembro-me do meu primeiro beijo. das historias da minha avó. dos passeios com o meu avô. das brincadeiras com o meu pai e das férias com a minha mãe.
Não vivo obcecada com o passado mas é uma parte de mim e não quero esquecer. não quero ser alguém que não se lembra...
sou nostalgica e gosto
Principalmente durante os maus.
Lembro-me do meu primeiro beijo. das historias da minha avó. dos passeios com o meu avô. das brincadeiras com o meu pai e das férias com a minha mãe.
Não vivo obcecada com o passado mas é uma parte de mim e não quero esquecer. não quero ser alguém que não se lembra...
sou nostalgica e gosto
Gosto desta coisa chamada anonimato.
Podia escolher ser outra pessoa. qualquer coisa, sei lá. ginasta, veio-me agora à ideia. domadora de leões, paraquedista ou médica!
Mas, o que me atrai no anonimato, é poder ser eu propria. Sem mascaras.
Mas, o que me atrai no anonimato, é poder ser eu propria. Sem mascaras.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
A vulnerabilidade
Ninguem é sempre "forte", determinado e sem vulnerabilidades.
Porque é que algumas pessoas têm dificuldade em demonstra-lo?
Porque é que algumas pessoas têm dificuldade em demonstra-lo?
Voltando ao meu tema favorito.
A mente masculina.
Juro que não entendo. Houve uma altura da minha vida que sabia, ou pensava saber, exactamente o que ele estava a pensar. Agora não sei.
Aos 30, dizem, ficamos mais sabios. Aprendemos a apreciar as coisas boas da vida. Eles tornam-se mais maturos, a ideia de diversão muda e as noites de sexo, tornam-se mais longas, menos intensas na paixão mas mais fortes no amor.
Deixei de conseguir ler a sua expressão.
Ele diz que eu não o oiço... mas eu acho é que não o entendo!!
Juro que não entendo. Houve uma altura da minha vida que sabia, ou pensava saber, exactamente o que ele estava a pensar. Agora não sei.
Aos 30, dizem, ficamos mais sabios. Aprendemos a apreciar as coisas boas da vida. Eles tornam-se mais maturos, a ideia de diversão muda e as noites de sexo, tornam-se mais longas, menos intensas na paixão mas mais fortes no amor.
Deixei de conseguir ler a sua expressão.
Ele diz que eu não o oiço... mas eu acho é que não o entendo!!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O meu decote!
Não, não é este! (este roubei-o ao google...)
Mas serve para o proposito...
Gosto de usar decotes, gosto especialmente dos olhares discretos. Daqueles que tentam não olhar, mas querem ver bem as curvas, a cor e o tecido a mexer-se quando me movimento e ver se mais um bocadinho de mim é revelado.
Sim, sou provocadora... mais um anjinho provocador.
Mas serve para o proposito...
Gosto de usar decotes, gosto especialmente dos olhares discretos. Daqueles que tentam não olhar, mas querem ver bem as curvas, a cor e o tecido a mexer-se quando me movimento e ver se mais um bocadinho de mim é revelado.
Sim, sou provocadora... mais um anjinho provocador.
Acordo bem cedo!!
Olho para o lado e dormes profundamente, penso se me quero levantar. Sim.
Vou à cozinha, bebo o meu café e olho para a janela.
O dia está a começar e eu ouço o silencio...
Não penso no que me espera, apenas respiro a brisa da manhã.
Ao longe uma pessoa a correr e eu aqui a ve-lo. O pensamento vagueia... quantas pessoas nos espreitam quando pensamos estar sozinhos? Quem nos conhece de ouvir falar e nunca saberemos...
Um choro ao longe... estico-me para fora da janela e espreito para o fundo da chavena, deixo de ouvir...
Adoro o silencio das manhãs. Apenas o barulho dos meus pensametos.
Vou à cozinha, bebo o meu café e olho para a janela.
O dia está a começar e eu ouço o silencio...
Não penso no que me espera, apenas respiro a brisa da manhã.
Ao longe uma pessoa a correr e eu aqui a ve-lo. O pensamento vagueia... quantas pessoas nos espreitam quando pensamos estar sozinhos? Quem nos conhece de ouvir falar e nunca saberemos...
Um choro ao longe... estico-me para fora da janela e espreito para o fundo da chavena, deixo de ouvir...
Adoro o silencio das manhãs. Apenas o barulho dos meus pensametos.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Gosto
Que me puxes o cabelo,
que me dês umas valentes palmadas,
que aceleres a velocidade
que sejas bruto!!!
que me dês umas valentes palmadas,
que aceleres a velocidade
que sejas bruto!!!
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